terça-feira, 12 de maio de 2009

O CARRO MAIS CARO DO MUNDO...


É o Rolls-Royce (Silver Ghost 1906) cotado aproximadamente em US$ 50.000.000 (cinquenta milhões de dólares).


Este carro, da foto abaixo, com 800.000 km rodados, pertence a própria fábrica, já que o antigo dono morreu enquanto estavam consertando-o e os herdeiros decidiram por vende-loA produção foi de 7.876 unidades com um motor de 7.428 cc (88 CV). Considerado o melhor carro do mundo em sua época, o Silver Ghost consolidou as bases do refinamento, luxo e conforto que caracterizaram a todos os modelos posteriores da marca britânica. Para provar a suavidade do motor, estabeleceu-se uma prova de demonstração que consistia em deixar sobre o capô um moeda que permanecia imóvel.

Bem, só pra efeitos comparativos com o carrinho de cima dava pra comprar umas 30 carangas como esta abaixo.
Não sei porque, mas eu preferiria somente um deste último.


TaTa Nano

Com preço de moto pequena e supreendente funcionalidade, o Nano reinventa a forma de projetar e fabricar automóveis TaTa Nano


Apesar de sua aparência diminuta, o Nano parece espantosamente grande por dentro, devido a sua boa altura e às rodas minúsculas, que invadem muito pouco o interior. O acesso à cabine é tão bom quanto o de carros de luxo, e os bancos podem acomodar quatro pessoas de 1,80 m de uma só vez. O Nano com especificação para a Índia não tem tampa traseira – isso virá mais tarde. Em vez disso, o encosto do banco de trás se dobra para baixo, para que você possa carregar a bagagem pelas portas traseiras.

O motor, um minúsculo dois-cilindros de 623 cm3 todo feito de alumínio, fica posicionado logo à frente do eixo traseiro. Os 33 cv que ele desenvolve a 5 500 rpm impulsionam as rodas de trás através de um câmbio de quatro marchas, com um diferencial integrado. Bem na traseira do carro fica um radiador compacto, cujo ar de refrigeração é coletado por tomadas à frente das rodas traseiras, de ambos os lados.


Ele chega aos 110 km/h mas 90 é sua velocidade de cruzeiro

Perda de peso forçada
A carroceria do Nano é uma cápsula monocoque clássica de aço, sustentada por uma estrutura de apoio tradicional, a fim de fornecer a resistência necessária para aquelas estradas terríveis. Tanto o pequeno motor/câmbio como a suspensão traseira, de braço semi-arrastado e molas helicoidais, são levados em um subchassi tubular de aço. A suspensão dianteira, tipo McPherson, é projetada para o menor peso suspenso possível, da mesma forma que todos os outros componentes das rodas, pneus, freios e suspensão.

Sinais de redução de peso estão em toda parte, mas, espantosamente, nada aparenta ser frágil. Os engenheiros da Tata dizem que o Nano com especificação para a Índia já é capaz, estruturalmente, de atender aos padrões de colisão europeus, mas ele carece dos airbags exigidos por lei e precisará de uma estrutura de colisões extra antes de poder se qualificar para a respeitável pontuação EuroNCAP. Muitos componentes do Nano têm duas e até três funções. Um exemplo brilhante é o tubo de reforço que cruza o carro sob os bancos da frente, para sustentá- los, que ancora também os cintos de segurança e reforça a proteção contra colisões laterais.

Os pneus de 12 polegadas são de largura diferente (135/65 na frente, 155/70 atrás), para assegurar que a distribuição de peso de 60% no eixo traseiro não leve a uma dirigibilidade comprometida, como nos antigos Fusca. A direção é de pinhão e cremalheira, sem assistência, uma vez que o peso na frente é baixo. Todos os freios são a tambor, porque eles trabalham muito bem em um carro leve assim, sem a necessidade de um servofreio a vácuo, pesado e caro.

Medidas para cortar custos estão em toda parte, e o que pode ser incômodo em outros carros é algo vital para a filosofia do Nano. Cada roda é presa por três parafusos, em vez de quatro. O vidro lateral é plano, porque é mais barato. A suspensão não tem barras estabilizadoras, porque acrescentariam custo e peso. Existe uma trava de porta, não as duas usuais. Há só um limpador de para-brisa e nenhum para o vidro traseiro. Em modelos de especificação inferior, o banco do passageiro da frente não desliza e não há ajuste de inclinação. Barulho, vibrações e aspereza são domados por um bom projeto, não por um pacote pesado de isolamentos acústicos.

A primeira coisa que chama atenção quando você vai dirigir o Nano é o fácil acesso através da porta dianteira, alta e notavelmente leve. Os bancos parecem rasos, mas são bem confortáveis. O volante é pequeno, talvez um pouco baixo para motoristas mais altos. Os instrumentos consistem em um mostrador central e há grandes reentrâncias dos dois lados do bloco central, para eliminar a necessidade de um porta-luvas.

Gire a chave e o pequeno motor desperta para a vida com um som até amigável, vindo de baixo dos bancos de trás. A alavanca de câmbio engata facilmente a primeira com uma ação curta, a embreagem é leve e há torque suficiente para uma partida fácil, sem elevar a rotação excessivamente. O único valor de aceleração fornecido pela Tata para o Nano (0 a 60 km/h em 8 segundos) não é nada encorajador. A realidade é que o carro parece acelerar e ir em frente relativamente bem. Não é rápido, mas é honesto.

Dançando na curva
O motor tem injeção eletrônica (que atende aos padrões de emissões Euro IV) e o sistema de gerenciamento limita a rotação a 5 600 rpm. Forçar o Nano não é muito produtivo. É mais divertido – e quase tão rápido – levar o carro no seu ritmo, trocando de marcha em torno dos 5 000 rpm (não há conta-giros). O torque do motor no meio da faixa de rotações dá conta, mesmo levando quatro pessoas. Dirija bem e você não ficará muito atrás dos outros carros: a velocidade máxima é de 110 km/h, segundo os engenheiros, mas uma velocidade de cruzeiro realista é em torno de 90 km/h. Para a maioria das estradas indianas, isso é rápido o suficiente.

Nas curvas, o Nano inclina a carroceria como os carros franceses antigos, mas também tem aderência igualmente tranquilizadora. A combinação de uma geometria inteligente e pneus traseiros de tamanho diferente do dos dianteiros deixa o carro praticamente neutro, embora nossas tentativas de curvas no limite mostrem um desvio radical dos pneus traseiros. Nunca tivemos uma desgarrada, no entanto. O Nano simplesmente passou a sensação de segurança e previsibilidade. Ele também parece ser admiravelmente rígido e estável.

Uma coisa sobre o Tata Nano se sobrepõe a tudo: o preço de entrada de 1 700 libras (2 500 dólares). Ele precisa ser levado em conta sempre que você pensar em propor uma melhoria. Um exemplo é minha percepção de que o carro poderia ter um amortecimento melhor das irregularidades do piso. Às vezes ele pula muito em estradas com ondulações. Mas, para mudar isso, você teria de trabalhar na firmeza da suspensão, adicionando peso e custo de barras estabilizadoras, minando a filosofia do carro. Muitas melhorias são teoricamente possíveis (e virão juntas em um pacote europeu para 2012, saltando para 4 000 libras, ou 13 000 reais).

Quando voltamos para Mumbai no Jetta, deime conta de que ninguém além dos indianos poderia ter feito esse carro. Os americanos jamais o teriam percebido como um negócio rentável. Os alemães o teriam enchido de tecnologia e deixado de lado a economia de custos.

Assim, o Tata Nano prova que a Índia pode dar lições ao resto do mundo automotivo. Ele pode ser pequeno e barato, mas o bebê da Tata pode eventualmente provar ser tão influente quanto o Mini original foi 50 anos atrás.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Veyron vs. Gallardo Superleggera, R8, 911 GT3 RS, DB9


Recorde de velocidade

No dia 19 de maio de 2005, o Bugatti Veyron quebrou o recorde de velocidade para carros produzidos em linha com 407,92 km/h, superando o Koenigsegg Ccr que alcança 395 km/h. No dia 14 de setembro de 2007 o Ultimate Aero Twin Turbo, da Shelby Super Cars (SSC) estabeleceu novo recorde, com 411,76 km/h na média de duas passagens

(413,83 km/h na primeira e 409,71 km/h na segunda). Antes do projecto da criação do Bugatti Veyron os engenheiros da Mclaren F1 achavam que era uma "brincadeira".

ESTE CARRO CUSTA U$ 1,256,580,00 (dolares)

A 400 km/h, em que cerca de 111 metros são percorridos em 1 segundo, o volante trabalha sem qualquer assistência; o motor está se aproximando de 6500 rpm em sétima marcha e a pressão dos pneus sobe de 3 para 3,5 bar em 15 segundos. "Aumentar a velocidade máxima em 1 km/h iria requerer 7 cavalos nesse ponto", afirma Wolfgang Schreiber, diretor técnico da engenharia da Bugatti.

Para chegar aos 400, o motorista gira a chamada "chave de velocidade", comando localizado entre o assento e a soleira. No módulo "velocidade", a asa traseira e o spoiler sobre ela se retraem quase por completo, os painéis do difusor dianteiro se fecham, a altura de rodagem cai para 65 milímetros na frente e 70 atrás e o coeficiente Cx diminui de 0,37 para 0,36. Nessa configuração, a resistência de arrasto está no seu mínimo absoluto - mas a pressão gravitacional também. Na frente não há qualquer elevação e na traseira há meros 40 quilos sobre a asa. No módulo "dirigibilidade", que vale para até 376 km/h, os números correspondentes são 150 quilos no eixo dianteiro e 200 no eixo traseiro.

O Veyron faz de 0/100km/h em 2,5 segundos e 0/300Km/h em 15 segundos, mais tempo do que o alcançado pela Yamaha de Valentino Rossi. Ele atinge 200 km/h em 7,3 segundos. Leva 17,5 segundos para ir de zero a 301

km/h, e para chegar aos 320 km/h ele faz em 32,7 segundos.

O motor

Seu motor 16 cilindros em W é sobrealimentadopor quatro turbinas e conta com quatro comandos de válvulas variáveis. Ao todo, são 64 válvulas, sendo 4 por cilindro. O motor é instalado na parte central do carro, atrás do cockpit. Ela gera algo em torno dos 3.000 cv (cavalos-vapor, 735,5kw), mas apenas 1.000 são distribuídos pelas quatro rodas. 1.000 deles são tragados pelo sistema de refrigeração e 1.000 evaporam pelo aparato de exaustão. Toda essa sofisticação traduz-se em 1.001 cv (987hp) e o torque de 127,1 m.kgf, atingidos entre 2.200 RPM e 5.500 RPM. O desempenho inacreditável é digno de um verdadeiro dragster. Segundo a Bugatti, o EB 16-4 acelera de 0 a 300 km/h em apenas 16,5 segundos e foi homologado como tendo atingido 406,7 km/h. Também destacam-se as impressionantes rodas, que juntas são avaliadas em 50 000 euros, são cromadas e de 20 polegadas, montadas em pneus 265/30ZR 20 na frente e 365/30ZR 20 atrás.

O Bugatti Veyron custa cerca de 1 milhão de euros,com isso foi considerado o carro mais caro, produzido em uma linha de montagem. E só para ter o direito de fazer a encomenda, o futuro proprietário deverá desembolsar a quantia aproximada de
300.000 euros, cerca de R$ 1 milhão de reais. Desde o início, o carro foi projetado para unir o futuro
à tradição da companhia. O detalhe bicolor foi especialmente escolhido para dar um toque de
esportividade ao Veyron. O interior é um mundo à parte e proporciona ambiente luxuoso, com direito a
couro Alcântara, e esportivo ao mesmo tempo, além de priorizar a qualidade do sistema de som. Até agora
foram trazidas à realidade 11 unidades. O ritmo de fabricação deve estacionar em 50 pedidos anuais,
não chegando a 300 exemplares no total.


sábado, 10 de janeiro de 2009


recorde de velocidade

PORCHE 9ff SUPERA BUGATTI VEYRON
:
A Continental equipou um Porsche GT3, especialmente adaptado pela empresa 9ff, para bater o recorde de velocidade de veículos aprovados para uso em estrada.
O proprietário da empresa 9ff, Jan Fathauer, estabeleceu um novo recorde de velocidade de 388 Km/h para veículos aprovados para uso em estrada utilizando um Porsche equipado com pneus Continental standard.

Com base no modelo Porsche GT3, desenvolvido pela 9ff, ele é composto por um motor de 3.8 litros bi-turbo com 840 cv e apenas 1 300 kg.

O recorde foi alcançado no circuito de alta velocidade de Nardo, localizado no sul da Itália e, para o efeito, o modelo estava equipado com pneus ContiSportContact 2 Vmax, medida 235/35 ZR 19” na frente e 275/30 ZR 19” na traseira.

Este pneu, o mais rápido do mundo na categoria standard, está aprovado para velocidades de até 360 km/h, mas utilizado com chassi transformado para as condições específicas da pista, pode suportar velocidades mais elevadas por períodos curtos.

A 9ff planeja, num futuro próximo, uma nova tentativa para quebrar o seu próprio recorde, desta vez na casa dos 400 km/h, utilizando mais uma vez os pneus ContiSportContact 2 Vmax.

O PORCHE com 409 Km\h NÃO QUEBROU O RECORDE MANTIDO PELO CARRO:






SSC Ultimate Aero
de 413,86 Km\h


*O carro mais rapido do mundo registrado pelo
"Guinness book"